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O ATLÂNTICO É DEMASIADO PEQUENO
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Male /  52

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November 5

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SÃO PAULO, Brazil

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Neste espaço do hi5 sinto-me um "cota" que não inveja a juventude, que afinal de contas a admira e que não quer esquecer os jovens com quem trabalhou e conviveu...
Em constante desejo de viver num mundo mais próximo e mais harmonioso não desisto de construir uma ponte transatlântica

... de S.Paulo a Sta Comba Dão!

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O ATLÂNTICO É DEMASIADO PEQUENO

 
 

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Pedido de Amizade : Feb 27, 2008
Foi-me feito um pedido de amizade, hoje dia 27/02.
Quando ia a aceder a esse pedido (de que desconheço a proveniência) a página não abriu totalmente e parece que cliquei onde não devia. 
Se o pedido foi aceite, tudo bem, agora se o recusei (inadvertidamente, repito) é favor tentar novamente, ok?
Que a compreensão impere..
 

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Comments

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Leave a comment for Voz do Seven {1}

Oct 8, 2008 11:13 PM
Bing says:
 
Felicitari de Craciun
 
Sep 17, 2008 2:16 AM
Ana says:
 
Olá!!!
Estou de volta...
beijos
 
Sep 10, 2008 4:01 PM
maya says:
 
Eh amigoooooooooooooooo há quanto tempo,não é mesmo? Já tinha saudades deste seu 'cantinho'. O hi 5 não quer nada, nadinha, comigo! Perdi o acesso à minha anterior página... infelizmente. Qualquer dia este site vence-me mesmo pelo cansaço mas, até isto acontecer, lá vamos comunicando por esta 'via tortuosa'.

Aquele abraço, meu amigo, esperando do fundo do coração que esteja bem!
 
Sep 4, 2008 6:51 PM
 
 
Aug 30, 2008 10:45 AM
 

LOL!

 
Aug 7, 2008 6:31 AM
 
Olá!
Realmente não me lembro de si, mas já perguntei ao meu pai e à minha mãe quem era e eles disseram-me. Quanto ao futebol é a minha paixão, adoro os pinguinzinhos, já ando lá desde os 3 anos, influências do meu pai. Somos uma grande equipa! Quanto ao meu avô pode estar descansado, vou falar-lhe de si! Cumprimentos dos meus pais, e um abraço dum pinguim.
 
Jul 30, 2008 4:29 PM
maya says:
 
Existe somente uma idade para a gente ser feliz, somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-los a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa.

Mario Quintana

Enorme abraço, meu amigo! De férias?
 
Jul 12, 2008 6:46 PM
maya says:
 
vai um drink? Com ou sem álcool? ehehehe Aquele abraço, meu amigo! click to comment
 
Jul 8, 2008 6:59 PM
maya says:
 
" ...de tanto eu ser rio e ser mar, morro, renasço em tudo o que faço." click to comment
 
Jul 8, 2008 10:19 AM
maya says:
 
click to comment Aquele abraço
 
Jul 8, 2008 7:01 AM
 
Bem-vindo ao meu círculo de amigos!Bjs
SEXY & HOT COMMENTS


CLICK HERE!
 
May 23, 2008 2:09 PM
maya says:
 
 
May 23, 2008 1:39 PM
maya says:
 
click to comment
 
May 23, 2008 1:38 PM
maya says:
 
A arte de ser feliz


Houve um tempo em que minha janela se abria sobre uma cidade que parecia ser feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.

Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde, e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.

Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor. Outras vezes encontro nuvens espessas. Avisto crianças que vão para a escola. Pardais que pulam pelo muro. Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais. Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar. Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega. Ás vezes, um galo canta. Às vezes, um avião passa. Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino. E eu me sinto completamente feliz.

Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas, e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.

Cecília Meireles

Aquele abraço, meu amigo, impregnado de maresia. Um fim de semana repleto de pequenos grandes momentos!
 
May 23, 2008 8:29 AM
 
Ola!!! fikei contente por ter aceite o meu conite de amizade:):)
Estou por Viseu a estudar, tou no curso de Marketing.
Os seus cumprimentos serão entregues aos meus pais e a minha mana k n se deve lembrar de si...:):)
bjs
 
May 14, 2008 3:47 AM
 
Passei apenas para mandar uns beijinhos, não estou muito inspirada hoje...dias! Prometo dar notícias em breve. Tudo de bom, mesmo!! [º.º]
BjsS*
 
May 12, 2008 4:28 PM
maya says:
 
Excerto da carta, escrita em 1855 pelo chefe Seattle da tribo Suquamish enviada ao então presidente dos Estados Unidos da América, Franklin Pierce, quando este propôs ao índio a compra de suas terras, dando-lhe em troca uma “reserva”.

A carta do Chefe Seattle tem sido amplamente divulgada pela Organização das Nações Unidas como um dos mais belos exemplos de consciência ecológica.)

“Como é que se pode comprar ou vender o céu, o calor da terra? Essa idéia nos parece estranha.

Se não possuímos o frescor do ar e o brilho da água, como é possível comprá-los?

Cada pedaço desta terra é sagrado para meu povo. Cada ramo brilhante de um pinheiro, cada punhado de areia das praias, a penumbra na floresta densa, cada clareira e inseto a zumbir são sagrados na memória e experiência de meu povo.

A seiva que percorre o corpo das árvores carrega consigo as lembranças do homem vermelho.

Os mortos do homem branco esquecem sua terra de origem quando vão caminhar entre as estrelas.

Nossos mortos jamais esquecem esta bela terra, pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela faz parte de nós.

As flores perfumadas são nossas irmãs; o cervo, o cavalo, a grande águia são nossos irmãos. Os picos rochosos, os sulcos úmidos nas campinas, o calor do corpo do potro e o homem – todos pertencem à mesma família. Portanto, quando o Grande Chefe em Washington manda dizer que deseja comprar nossa terra, pede muito de nós. O Grande Chefe diz que nos reservará um lugar onde possamos viver satisfeitos. Ele será nosso pai e nós seremos seus filhos. Portanto, nós vamos considerar sua oferta de comprar nossa terra.

Mas isso não será fácil. Esta terra é sagrada para nós.

Essa água brilhante que escorre nos riachos e rios não é apenas água, mas é sangue de nossos antepassados. Se lhes vendermos a terra, vocês devem lembrar-se de que ela é sagrada, e devem ensinar às suas crianças que ela é sagrada e que cada reflexo nas águas límpidas dos lagos fala de acontecimentos e lembranças da vida do meu povo.

O murmúrio das águas é a voz dos meus ancestrais.

Os rios são nossos irmãos, saciam a nossa sede. Os rios carregam nossas canoas e alimentam nossas crianças. Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem lembrar e ensinar ao seus filhos que os rios são nossos irmãos, e seus também. E, portanto, vocês devem dar aos rios a bondade que dedicariam a qualquer irmão.

Sabemos que o homem branco não compreende nossos costumes. Uma porção da terra, para ele, tem o mesmo significado que qualquer outra, pois é um forasteiro que vem à noite e extrai da terra aquilo de que necessita. A terra não é sua irmã, mas sua inimiga, e quando ele a conquista, prossegue seu caminho. Deixa para trás os túmulos de seus antepassados e não se incomoda. Rapta da terra aquilo que seria de seus filhos e não se importa.

A sepultura de seu pai e os direitos de seus filhos são esquecidos. Trata sua mãe, a terra, e seu irmão, o céu, como coisas que possam ser compradas, saqueadas, vendidas como carneiros ou enfeites coloridos. Seu apetite devorará a terra, deixando somente deserto.

Eu não sei, nossos costumes são diferentes dos seus. A visão de suas cidades fere os olhos do homem vermelho. Talvez seja porque o homem vermelho é um selvagem e não compreenda.

Não há um lugar quieto nas cidades do homem branco. Nenhum lugar onde se possa ouvir o desabrochar de flores na primavera ou o bater das asas de um inseto. Mas Talvez seja porque eu sou selvagem e não compreenda. O ruído parece somente insultar os ouvidos. E o que resta da vida se o homem não pode ouvir o choro solitário de uma ave ou debate dos sapos ao redor de uma lagoa à noite? Eu sou um homem vermelho e não compreendo.

O índio prefere o suave murmúrio de vento encrespando a face do lago, e o próprio vento, limpo por uma chuva diurna ou perfumada pelos pinheiros. O ar é precioso para o homem vermelho, pois todas as coisas compartilham o mesmo sopro – o animal, a árvore, o homem, todos compartilham o mesmo sopro.(...)

AQUELE ABRAÇO, MEU AMIGO!
 
May 11, 2008 6:05 PM
 
ola caro amigo nao o tehno visto nu meu hi5
espero que se encontre bem 1 abraço
 
May 10, 2008 10:07 AM
maya says:
 
Pátria minha

A minha pátria é como se não fosse, é íntima
Doçura e vontade de chorar; uma criança dormindo
É minha pátria. Por isso, no exílio
Assistindo dormir meu filho
Choro de saudades de minha pátria.

Se me perguntarem o que é a minha pátria, direi:
Não sei. De fato, não sei
Como, por que e quando a minha pátria
Mas sei que a minha pátria é a luz, o sal e a água
Que elaboram e liquefazem a minha mágoa
Em longas lágrimas amargas.

Vontade de beijar os olhos de minha pátria
De niná-la, de passar-lhe a mão pelos cabelos…
Vontade de mudar as cores do vestido (auriverde!) tão feias
De minha pátria, de minha pátria sem sapatos
E sem meias, pátria minha
Tão pobrinha!

Porque te amo tanto, pátria minha, eu que não tenho
Pátria, eu semente que nasci do vento
Eu que não vou e não venho, eu que permaneço
Em contato com a dor do tempo, eu elemento
De ligação entre a ação e o pensamento
Eu fio invisível no espaço de todo adeus
Eu, o sem Deus!

Tenho-te no entanto em mim como um gemido
De flor; tenho-te como um amor morrido
A quem se jurou; tenho-te como uma fé
Sem dogma; tenho-te em tudo em que não me sinto a jeito
Nesta sala estrangeira com lareira
E sem pé-direito.

Ah, pátria minha, lembra-me uma noite no Maine, Nova Inglaterra
Quando tudo passou a ser infinito e nada terra
E eu vi alfa e beta de Centauro escalarem o monte até o céu
Muitos me surpreenderam parado no campo sem luz
À espera de ver surgir a Cruz do Sul
Que eu sabia, mas amanheceu…

Fonte de mel, bicho triste, pátria minha
Amada, idolatrada, salve, salve!
Que mais doce esperança acorrentada
O não poder dizer-te: aguarda…
Não tardo!

Quero rever-te, pátria minha, e para
Rever-te me esqueci de tudo
Fui cego, estropiado, surdo, mudo
Vi minha humilde morte cara a cara
Rasguei poemas, mulheres, horizontes
Fiquei simples, sem fontes.

Pátria minha… A minha pátria não é florão, nem ostenta
Lábaro não; a minha pátria é desolação
De caminhos, a minha pátria é terra sedenta
E praia branca; a minha pátria é o grande rio secular
Que bebe nuvem, come terra
E urina mar.

Mais do que a mais garrida a minha pátria tem
Uma quentura, um querer bem, um bem
Um libertas quae sera tamen
Que um dia traduzi num exame escrito:
“Liberta que serás também”
E repito!

Ponho no vento o ouvido e escuto a brisa
Que brinca em teus cabelos e te alisa
Pátria minha, e perfuma o teu chão…
Que vontade me vem de adormecer-me
Entre teus doces montes, pátria minha
Atento à fome em tuas entranhas
E ao batuque em teu coração.

Não te direi o nome, pátria minha
Teu nome é pátria amada, é patriazinha
Não rima com mãe gentil
Vives em mim como uma filha, que és
Uma ilha de ternura: a Ilha
Brasil, talvez.

Agora chamarei a amiga cotovia
E pedirei que peça ao rouxinol do dia
Que peça ao sabiá
Para levar-te presto este avigrama:
“Pátria minha, saudades de quem te ama…

Vinicius de Moraes.”
 
May 10, 2008 8:57 AM
maya says:
 
CHICO BUARQUE - TANTO MAR Aquele abraço, meu amigo!



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